Tecnologia AROP / AROP.NET

 

O AROP é uma plataforma orientada para a Gestão de Conteúdos – ECM (Enterprise Content Management).[1]

 A implementação do AROP, permite às organizações criar, gerir, distribuir e arquivar todos os tipos de conteúdos com segurança. Esta plataforma potencia ainda a criação de um ambiente de colaboração nas organizações, não só através da

 No módulo de Administração do eFlowAROP, são executadas todas as tarefas inerentes à gestão, tais como:

 

  • Controlo de fluxos

   • Definição e atribuição de permissões às entidades     intervenientes em cada processo (por utilizadores, grupos     e perfis)

 A sua total integração com a componente de gestão de conteúdos AROP.NET, permite de forma fácil e intuitiva que qualquer conteúdo ou conjunto de conteúdos residentes neste repositório, possam ser submetidos a processos de aprovação e publicação na Web.

 Na nossa opinião, e citando o exemplo dado no post onde falamos do caso da Direcção geral de Edifícios e monumentos nacionais, esta é uma tecnologia que pode ser implementada nos arquivos municipais, visto que é possível aliar a gestão arquivística à componente de disponibilização on-line

Exemplo do catálogo on-line assente nesta tecnologia

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 Resultado de pesquisa

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[1] MICROFIL- Arodutos: Plataforma Arop.[em linha]. [Consultado Em 08-12-2008]. Disponível na internet em: http://www.microfil.pt/Microfil.pt/forms/005_A.aspx

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Exemplo da Direcção Geral de Edifícios e Monumentos Nacionais

Actualmente para preservar a documentação a digitalização é uma opção acertada. Assim, a disponibilização de imagens ou documentos digitalizados, é uma realidade nos arquivos municipais.

A disponibilização de documentos on-line nos últimos anos é sem dúvida a ambição de muitos arquivos e profissionais de informação.

Na procura de tecnologias que permitissem uma disponibilização de conteúdos na internet não podemos deixar de dar uma atenção especial ao caso da Direcção Geral de Edifícios e Monumentos Nacionais que disponibiliza no site, através da aplicação AROP.NET, as fotografias de todos os edifícios e monumentos nacionais, bem como desenhos texto cartas paisagens etc.

O link a seguir liga ao catalogo de fotográficas de monumentos. http://www.monumentos.pt/Monumentos/forms/002_B.aspx

 Visitem o site e procurem os vossos monumentos preferidos. Estão disponíveis quase de certeza!

A pesquisa é fácil e intuitiva. A imagem abaixo é a igreja matriz de Barcelos e foi retirada do catálogo.

 

 

Igreja Matriz de Barcelos

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Arquivos públicos mais atractivos

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Quando falamos em arquivos a maioria das pessoas lembram-se de locais escuros e cinzentos, sem luz, e com “RATOS DE ARQUIVO”, que e o sinónimo mais populista de arquivista.

               Quantos de nos já nos debatemos horas a tentar explicar a alguém que os arquivos tem utilidade pública? E que o nosso trabalho futuro não passa por furar a arquivar folha?

É uma luta constante, esta dos arquivistas, contudo com proliferação de ferramentas Web para a disponibilização de conteúdos on-line  nos arquivos, tanto públicos como privados, a nossa sociedade começa a dar algum valor ao trabalho dos arquivistas bem como a utilidade dos arquivos públicos.

               É claro que se alguém precisa de um documento e o pode obter, no conforto do seu lar ou local de trabalho, através de ferramentas Web atractiva e amigáveis, fica certamente mais satisfeito com o serviço do que se tivesse que se dirigir, por exemplo, ao arquivo municipal.

               Nos próximos posts vamos apresentar um exemplo de uma ferramenta “modelo”, usada por uma instituição portuguesa, para disponibilização do seu fundo na Web. Desta forma gostaríamos de deixar no ar a seguinte questão:

 As ferramentas Web irão, nos próximos anos, colorir a imagem dos arquivos públicos?

 

Os Arquivos Municipais dos Distritos de Lisboa e Santarém e o Acesso à Informação.

 

No âmbito de um trabalho universitário, fizemos uma investigação sobres os arquivos Municipais dos distritos de Lisboa e Santarém, entre vários aspectos que tínhamos para investigar o acesso à informação através das novas tecnologias de informação foi o que mais nos entusiasmou, desta forma passamos a expor algumas conclusões por nós tiradas.

De salientar que a informação obtida é fruto da contribuição e disponibilidade de funcionários de algumas destas instituições, podendo assim existir outras informações de interesse, mas, que não nos foram fornecidas pelos respectivos arquivos municipais.

 

As respostas aos inquéritos por nós realizados, na tentativa de perceber melhor a organização dos arquivos municipais dos distritos de Santarém e Lisboa, não foram em grande número. Para tentar ultrapassar este obstáculo, efectuamos então várias chamadas telefónicas onde obtivemos respostas verbais que nos elucidaram quantos à existência de serviço arquivo ou não nos vários municípios, bem como sobre os instrumentos de acesso existentes.

Desta forma conseguimos perceber que há municípios no Distrito de Lisboa como o Município Lisboa, Município de Mafra, Município da Lourinhã, Município de Sintra, Município de Torres Vedras e Município de Cascais, que já apresentam serviço de acesso público à informação nos seus arquivos, alguns deles até serviço on-line de excelente qualidade, como é o caso do Arquivo Municipal de Lisboa.

Nestes Municípios onde o arquivo é voltado para a recuperação/utilização da informação, é possível verifica sentido arquivístico na organização e descrição dos seus fundos documentais, de salienta que estes também dispõem de mão-de-obra especializada na área da arquivística, é notável também já uma grande aposta nas novas tecnologias existentes para a descrição arquivística, bem como para a recuperação e acesso à informação.

Foi possível então depreender que no distrito de Lisboa os municípios que já encaram o arquivo como um serviço público e que dispões de recurso humanos e financeiros para nele trabalhar, já apresentam um tratamento da informação com sentido arquivístico, respeitando a ordem e o principio pelos fundos, encarando o arquivo administrativo como uma estrutura orgânico funcional, fazendo descrição arquivística pelo menos ao nível dos fundos.

 

Relativamente ao distrito de Santarém a situação e semelhante, de destacar que houve bastante dificuldade em contactar algumas câmaras e esclarecer as nossas questões, visto que muitas não dispunham de serviço de arquivo público e não estavam sensibilizados para responder a varias das nossas perguntas.

As conclusões tiradas são semelhantes ao distrito de Lisboa, há municípios que dispões de arquivo com serviço público, e que estão sensibilizados para as práticas arquivísticas, e outros sem recursos para efectuar tal serviço. Nos municípios deste distrito que dispõe de serviço de arquivo o processo de modernização está, na maioria das vezes, ainda a decorrer. Através de algumas pesquisas, foi-nos possível perceber que vários municípios se candidataram ou mostraram interesse em candidatar-se ao PARAM.

 

Caros colegas e demais interessados, gostaríamos de deixar em aberto a seguinte questão. Existirá espaço para os futuros Arquivistas nos Arquivos Municipais?

 

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